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1940
No início da década de quarenta , mariculou-se na Academia um jovem brilhante: Flávio Cavalcante. Os padres colocaram o palco a disposição de Flávio. Ele montou sua primeira peça , inspirada no poema de Olavo Bilac, “O Caçador de Esmeraldas”.Foi um sucesso.
Durante a permanência de Flávio , o palco se movimentou. Saindo da Academia , ele despontou como um dos maiores comunicadores de rádio e televisão do Brasil.
1948
A Academia confia a direção do palco ao Padre Leopoldo Krieger.
É montada a peça Fausto , na qual Padre Leopoldo representou Mefistófoles. Foi um sucesso total , até um dragão alado subiu pelos ares com um ator montado nele. Colaboraram na montagem da peça os professores de física , Pe. Aloisio Vienken e Frederico Droege.
1931
Pe. Agostinho Jänsch , um dos maiores sábios que passaram pela Academia , foi transferido pelos superiores da Congregação para dirigir os laboratórios de Física da Universidade Católica de Pequim , na China.
Sem sua figura principal o Teatro Academia passou por uma fase sem brilho.
1926
Foi construído , juntamente com o palco , o Salão Nobre da Academia.
Era diretor do colégio , Pe. Guilherme Porten. A montagem da parte elétrica ficou a cargo do professor de física , Pe Agostinho Jänsch , que também se encarregou dos holofotes e luzes da ribalta.
O palco do novo teatro construídos dentro das normas ideais de acústica , movimentou a vida teatral da cidade . Era com grande admiração que o povo de Juiz de Fora vinha assistir às peças na Academia , com seus criativos cenários , jogos de luzes e efeitos sonoros.